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Abertura do CONREF 2025 no Auditório Madalena Serejo do Fórum Desembargador Sarney Costa, na capital maranhense
Com o tema “Regularização Fundiária no Brasil: Caminhos Históricos, Políticas Públicas e Desafios Técnicos na Construção de Cidades Inclusivas”, nos dias 13 e 14 de fevereiro de 2025, a cidade de São Luís foi palco do Congresso Regional de Regularização Fundiária (CONREF 2025), promovido pelo Conselho Regional dos Técnicos Industriais da 2ª Região (CRT-02) em parceria com o Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), por meio do Núcleo de Governança Fundiária. Realizado no Auditório Madalena Serejo, anexo do Fórum Desembargador Sarney Costa, o objetivo do evento é discutir aspectos inerentes à regularização fundiária, aperfeiçoar procedimentos, incentivar a cooperação entre entidades e abordar aspectos históricos, desafios técnicos e políticas públicas voltadas à construção de cidades com mais justiça e inclusão social. Entre as autoridades que explanaram na solenidade de abertura, destaque para a desembargadora, Sônia Maria Amaral Fernandes Ribeiro, da Escola Superior da Magistratura do Maranhão; o desembargador, José Jorge Figueiredo dos Anjos, da Corregedoria Geral do Foro Extrajudicial do Maranhão; o também desembargador, José de Ribamar Froz Sobrinho, presidente do TJMA. “Todos os setores que dão a garantia final à regularização fundiária legal e justa estão aqui representados; pois, ninguém faz isso sozinho”, avalia. Ele também destaca que a maioria dos municípios do estado já assinou termos de cooperação para promoção de regulamentação fundiária em suas áreas territoriais.
João Batista Souza, presidente do CRT-02: “A regularização de áreas não é apenas um desafio técnico e jurídico, mas uma questão social que impacta milhões de brasileiros”
João Batista Souza agradeceu e saudou os palestrantes, profissionais técnicos, convidados e demais públicos presentes. “Estamos reunidos para debater um tema de extrema relevância para o desenvolvimento das cidades e do direito à moradia digna, pois a regularização de áreas não é apenas um desafio técnico e jurídico, mas uma questão social que impacta milhões de brasileiros”, discursou o presidente do CRT-02, acrescentando que os técnicos são responsáveis por transformar as normas e políticas públicas em ações concretas para a melhoria da qualidade de vida da população.
Logo na abertura, foi assinado um termo de cooperação técnica firmado entre o CRT-02 e a Corregedoria Geral do Foro Extrajudicial do Maranhão, que visa colaborar com o Programa Registro para Todos, instituído para estimular a regularização fundiária de áreas urbanas e rurais do estado.Palestra magna – Com mediação da juíza, Arianna Saraiva, coordenadora do Núcleo de Governança Fundiária, José de Arimatéia Barbosa, um dos mais notáveis e renomados juristas brasileiros, especializado em direito notarial e registral, com inúmeras graduações e doutorado, ministrou a palestra magna “REURB: do Surgimento do Registro Imobiliário à Lei nº 10.257/2001 e Lei nº 11.977/2009”. “Quem não registra, não é dono; e o registro do imóvel torna público aquilo que é acordado entre as partes, para conhecimento de todos”, disse o palestrante no início da explanação, seguido de uma contextualização histórica dos cartórios, desde o período colonial com a ocupação de terras brasileiras pelos portugueses até a atualidade, com exemplos ocorridos em outros estados e países.
Também conhecida como Estatuto da Cidade, a Lei nº 10.257/2001 regulamenta os artigos 182 e 183 da Constituição Federal e é considerada a principal normativa federal em vigor que rege a política de desenvolvimento urbano nos municípios. Por sua vez, a Lei nº 11.977/2009 dispõe sobre o Programa Minha Casa, Minha Vida, instituído com o objetivo de promover acesso à moradia para famílias de baixa renda.
No escopo da apresentação, José de Arimatéia Barbosa aponta, por exemplo, que o Tribunal de Justiça do Mato Grosso (TJMT) implementou uma importante padronização dos atos de registro de imóveis, visando uniformizar e otimizar os procedimentos relacionados à regularização fundiária, iniciativa que busca estabelecer diretrizes claras e eficientes para os profissionais do poder judiciário e dos cartórios, agilizando os procedimentos, reduzindo a burocracia e garantindo maior segurança jurídica para as partes envolvidas. “Com o apoio do judiciário, com certeza a regularização fundiária vai emplacar”, prevê.

José de Arimatéria Barbosa e a palestra magna “REURB: do Surgimento do Registro Imobiliário à Lei nº 10.257/2001 e Lei nº 11.977/2009”
Mais conteúdos – Advogado e diretor-presidente do Instituto Nacional de Regularização Fundiária, Renato Góes teve como tema da palestra: “REURB com Política Pública: História, Ações e Reações”, com ênfase na Lei nº 13.465/2017 – conhecida como Lei da Regularização Fundiária –, a qual dispõe sobre a regularização fundiária rural e urbana, bem como a liquidação de débitos relacionados a imóveis rurais. “Não existe REURB sem técnicos, pois a regularização fundiária passa pelo levantamento planialtimétrico cadastral e vários projetos de campo”, defende. Presidente da Federação Nacional dos Técnicos Industriais (FENTEC), Wilson Wanderlei Vieira, compartilhou sua experiência classista com o “Histórico do Movimento dos Técnicos Industriais: Conquistas e a Criação do Sistema CFT/CRTs”. E para encerrar o dia de atividades do dia, Edmilson Vaz dissertou sobre “A Importância do CRT e do Judiciário do Maranhão na Regularização Fundiária”, parceria que promove benefícios como segurança jurídica, estímulo ao desenvolvimento econômico, justiça social e transparência. Ele é Técnico em Edificações e pós-graduado em gestão pública municipal, além de assessor da presidência do CRT-02.Na pausa entre as palestras do CONREF 2025, os congressistas acompanharam o lançamento do livro Regularização Fundiária – REURB por Mulheres, na presença da cooautora, Sarah Morais, presidente da Comissão de Direito Notarial e Registral da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A obra, voltada a profissionais que atuam ou desejam trabalhar com regularização fundiária, surgiu de um projeto envolvendo grandes especialistas no assunto e explora, principalmente, a importância da inclusão feminina em políticas públicas para a construção de cidades mais justas. “Na visão das autoras, é de extrema importância buscar a inclusão da mulher em seu papel na construção das cidades e na tomada de decisões em políticas públicas”, traz o texto da advogada, Juliana Santos Lucas, uma das autoras.Sarah Morais, cooautora do livro Regularização Fundiária – REURB por Mulheres
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Gilberto Takao Sakamoto entrega troféu de honra ao mérito para o palestrante, Wilson Wanderlei Vieira
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Segundo e último dia do CONREF 2025: cinco palestras importantes e esclarecedoras com foco em regularização fundiária
O conteúdo completo do evento está disponível no canal do YouTube do TJMA. Em sua participação no CONREF 2025, o presidente do CRT-03, Luís Paulo, cumprimentou e parabenizou a Excelentíssima Dra. Juíza Roberta Viana Jardim, coordenadora adjunta do Programa Moradia Legal do Tribunal de Justiça do Estado de Pernambuco, pelo seu envolvimento no congresso.![]() |
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João Batista Souza e a equipe de comunicação, responsável pela cobertura geral do evento
Texto: JD Morbidelli (CRT-SP) Colaboração: Eduardo Durães (CRT-MG) Cooperação: Gilvan Marques (CRT-03) Fotos: Lincoln Carvalho (CRT-MG)
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Abertura do CONREF 2025 no Auditório Madalena Serejo do Fórum Desembargador Sarney Costa, na capital maranhense
Com o tema “Regularização Fundiária no Brasil: Caminhos Históricos, Políticas Públicas e Desafios Técnicos na Construção de Cidades Inclusivas”, nos dias 13 e 14 de fevereiro de 2025, a cidade de São Luís foi palco do Congresso Regional de Regularização Fundiária (CONREF 2025), promovido pelo Conselho Regional dos Técnicos Industriais da 2ª Região (CRT-02) em parceria com o Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), por meio do Núcleo de Governança Fundiária. Realizado no Auditório Madalena Serejo, anexo do Fórum Desembargador Sarney Costa, o objetivo do evento é discutir aspectos inerentes à regularização fundiária, aperfeiçoar procedimentos, incentivar a cooperação entre entidades e abordar aspectos históricos, desafios técnicos e políticas públicas voltadas à construção de cidades com mais justiça e inclusão social. Entre as autoridades que explanaram na solenidade de abertura, destaque para a desembargadora, Sônia Maria Amaral Fernandes Ribeiro, da Escola Superior da Magistratura do Maranhão; o desembargador, José Jorge Figueiredo dos Anjos, da Corregedoria Geral do Foro Extrajudicial do Maranhão; o também desembargador, José de Ribamar Froz Sobrinho, presidente do TJMA. “Todos os setores que dão a garantia final à regularização fundiária legal e justa estão aqui representados; pois, ninguém faz isso sozinho”, avalia. Ele também destaca que a maioria dos municípios do estado já assinou termos de cooperação para promoção de regulamentação fundiária em suas áreas territoriais.
João Batista Souza, presidente do CRT-02: “A regularização de áreas não é apenas um desafio técnico e jurídico, mas uma questão social que impacta milhões de brasileiros”
João Batista Souza agradeceu e saudou os palestrantes, profissionais técnicos, convidados e demais públicos presentes. “Estamos reunidos para debater um tema de extrema relevância para o desenvolvimento das cidades e do direito à moradia digna, pois a regularização de áreas não é apenas um desafio técnico e jurídico, mas uma questão social que impacta milhões de brasileiros”, discursou o presidente do CRT-02, acrescentando que os técnicos são responsáveis por transformar as normas e políticas públicas em ações concretas para a melhoria da qualidade de vida da população.
Logo na abertura, foi assinado um termo de cooperação técnica firmado entre o CRT-02 e a Corregedoria Geral do Foro Extrajudicial do Maranhão, que visa colaborar com o Programa Registro para Todos, instituído para estimular a regularização fundiária de áreas urbanas e rurais do estado.Palestra magna – Com mediação da juíza, Arianna Saraiva, coordenadora do Núcleo de Governança Fundiária, José de Arimatéia Barbosa, um dos mais notáveis e renomados juristas brasileiros, especializado em direito notarial e registral, com inúmeras graduações e doutorado, ministrou a palestra magna “REURB: do Surgimento do Registro Imobiliário à Lei nº 10.257/2001 e Lei nº 11.977/2009”. “Quem não registra, não é dono; e o registro do imóvel torna público aquilo que é acordado entre as partes, para conhecimento de todos”, disse o palestrante no início da explanação, seguido de uma contextualização histórica dos cartórios, desde o período colonial com a ocupação de terras brasileiras pelos portugueses até a atualidade, com exemplos ocorridos em outros estados e países.
Também conhecida como Estatuto da Cidade, a Lei nº 10.257/2001 regulamenta os artigos 182 e 183 da Constituição Federal e é considerada a principal normativa federal em vigor que rege a política de desenvolvimento urbano nos municípios. Por sua vez, a Lei nº 11.977/2009 dispõe sobre o Programa Minha Casa, Minha Vida, instituído com o objetivo de promover acesso à moradia para famílias de baixa renda.
No escopo da apresentação, José de Arimatéia Barbosa aponta, por exemplo, que o Tribunal de Justiça do Mato Grosso (TJMT) implementou uma importante padronização dos atos de registro de imóveis, visando uniformizar e otimizar os procedimentos relacionados à regularização fundiária, iniciativa que busca estabelecer diretrizes claras e eficientes para os profissionais do poder judiciário e dos cartórios, agilizando os procedimentos, reduzindo a burocracia e garantindo maior segurança jurídica para as partes envolvidas. “Com o apoio do judiciário, com certeza a regularização fundiária vai emplacar”, prevê.

José de Arimatéria Barbosa e a palestra magna “REURB: do Surgimento do Registro Imobiliário à Lei nº 10.257/2001 e Lei nº 11.977/2009”
Mais conteúdos – Advogado e diretor-presidente do Instituto Nacional de Regularização Fundiária, Renato Góes teve como tema da palestra: “REURB com Política Pública: História, Ações e Reações”, com ênfase na Lei nº 13.465/2017 – conhecida como Lei da Regularização Fundiária –, a qual dispõe sobre a regularização fundiária rural e urbana, bem como a liquidação de débitos relacionados a imóveis rurais. “Não existe REURB sem técnicos, pois a regularização fundiária passa pelo levantamento planialtimétrico cadastral e vários projetos de campo”, defende. Presidente da Federação Nacional dos Técnicos Industriais (FENTEC), Wilson Wanderlei Vieira, compartilhou sua experiência classista com o “Histórico do Movimento dos Técnicos Industriais: Conquistas e a Criação do Sistema CFT/CRTs”. E para encerrar o dia de atividades do dia, Edmilson Vaz dissertou sobre “A Importância do CRT e do Judiciário do Maranhão na Regularização Fundiária”, parceria que promove benefícios como segurança jurídica, estímulo ao desenvolvimento econômico, justiça social e transparência. Ele é Técnico em Edificações e pós-graduado em gestão pública municipal, além de assessor da presidência do CRT-02.Na pausa entre as palestras do CONREF 2025, os congressistas acompanharam o lançamento do livro Regularização Fundiária – REURB por Mulheres, na presença da cooautora, Sarah Morais, presidente da Comissão de Direito Notarial e Registral da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A obra, voltada a profissionais que atuam ou desejam trabalhar com regularização fundiária, surgiu de um projeto envolvendo grandes especialistas no assunto e explora, principalmente, a importância da inclusão feminina em políticas públicas para a construção de cidades mais justas. “Na visão das autoras, é de extrema importância buscar a inclusão da mulher em seu papel na construção das cidades e na tomada de decisões em políticas públicas”, traz o texto da advogada, Juliana Santos Lucas, uma das autoras.Sarah Morais, cooautora do livro Regularização Fundiária – REURB por Mulheres
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